29/01/2012
O Cotidiano 3 x 17 - A Escolha
Se pudéssemos prever nosso futuro, certamente seríamos infelizes, pois de momento tentaríamos fazer algo para que aquilo não acontecesse, mesmo sem saber se seria bom ou ruim. Por exemplo, tantas coisas tinham acontecido comigo no último ano que passou. Conheci pessoas novas, lugares que não pensava em conhecer tão cedo, vivi aventuras inesquecíveis, senti emoções de todos os tipos. Resumindo, meu ano tinha sido uma roda gigante, cheia de altos e baixos. Mas acima de tudo, eu sabia que era feliz e que tinha ao meu lado as melhores pessoas que alguém poderia ter.
Assim como Gandhi disse certa vez “A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido e não na vitoria propriamente dita.” Esse era meu modo de viver. Buscar intensamente a felicidade durante o percurso, sem se preocupar com a vitória propriamente dita.
Naquela noite que saí de casa às escuras e fui até o apartamento de Felipe. Eu queria me divertir, fazer loucuras e gritar para o mundo: “Nós somos jovens!”. E foi o que fiz assim que fui até a janela do apartamento.
- Você é único. – Felipe estava segurando um copo com vodka e gelo.
- Eu sei. – Falei baixo. – Olha, eu queria me desculpar se causei algum transtorno na sua festa e...
- Relaxa, aquilo foi normal... Você não está acostumado né?
- Minhas festas não costumam ter pessoas fumando e bebendo loucamente, isso é meio diferente para mim...
- Uau, não consigo imaginar uma festa sem bebidas e tal...
- Ah eu e meus amigos nos divertimos de várias maneiras. – Falei sentindo um pequeno aperto no coração ao lembrar de meus amigos.
- Como eles são? – Felipe tinha terminado sua bebida e estava colocando o copo em uma mesinha redonda que ficava de fronte para o sofá.
- São ótimos, eles são divertidos e...
- Não te dão emoção? – Felipe dava um sorriso malicioso.
Fiquei alguns segundos encarando a parede atrás de Felipe. O que ele tinha dito até que fazia um pouco de sentido. Minha vida estava um pouco monótona ultimamente. Tudo o que eu precisava era fazer algo diferente, conhecer alguém diferente...
- Eles me dão...Mas era como se ultimamente eu estivesse um pouco entediado.
- Eu sei bem como é isso. – Felipe esfregava uma mão na outra para se aquecer do frio. – Eu sempre vivi longe dos meus pais, eu não sei bem como é ter uma família e amigos... As pessoas que convivi eram todas iguais a mim, eu fiquei um tempo aborrecido e entediado enquanto vivia na Suíça. Quando voltei conheci pessoas e lugares diferentes, isso foi bom pra mim, realmente muito bom...
- Como você conheceu a Amanda? – Perguntei fingindo estar curioso na resposta.
- Você sabe... Meu pai é um grande empresário, nossos negócios são relacionados à publicidade e tal... Conhecer e estar cercado de modelos é natural para mim. – Felipe estava pegando a garrafa e vodka e começou a encher o copo novamente. – Mas eu fiquei sabendo que você e a Mariana eram namorados, é verdade?
- Bom, é. Eu conheço ela desde que éramos crianças, mas no ano passado por acaso nós nos “reconhecemos” e tivemos um caso e tal...
- Foi firme é?
- Ah, podemos dizer que sim... Mas aí acabou não dando certo e...
- E agora ela está com a Amanda!
- Pois é, acho que perdi feio não é mesmo? – Falei dando uma pequena risada.
- Muito feio meu irmão!
“Triiiim”. Meu celular estava tocando. Me esforcei até atender, já que este estava no fundo do meu bolso. Enquanto eu tentava pegar o celular, eu podia ver Felipe enchendo novamente seu copo com Vodka.
- Alô? – Falei baixo.
- Bruno onde você ta? – A voz de Rogério parecia preocupada. – Eu fui pegar um livro no seu quarto e vi que você não estava dormindo, procurei por toda a casa e nada... Sorte que sua mãe está dormindo.
- Rogério, eu to na casa do Felipe, eu vou voltar logo!
- Não vai não! – Felipe gritou enquanto continuava tomando sua vodka.
- Olha daqui a pouco eu vou embora, por sinal eu te ligo e você vem me buscar, pode ser?
- Ótimo, qualquer coisa eu te ligo! Se cuida. – Rogério disse.
- Fica tranqüilo, eu te levarei para casa! – Felipe falou rindo.
Apenas olhei a cena e fiquei imaginando como ele estaria no próximo copo de vodka.
- Mas você bebeu! Não pode dirigir! – Disse gesticulando as mãos.
- Você realmente não me conhece!
Ficamos conversando um pouco mais. Pude ver que Felipe tinha bebido muito e logo acendeu um cigarro de maconha e começou a fumar ao meu lado.
- Você não se importa então né? Ou você vai querer um trago?
- Não! Eu passo... Na verdade eu acho que está tarde e eu preciso ir, sabe como é... – Eu estava ficando um pouco desconfortável ali. Tirei o celular do bolso, novamente a muito custo e então quando o celular estava na minha mão, uma almofada acertou o celular em cheio, derrubando – o no chão.
- O que você fez? – Falei em um tom irritado. – Olha só, o celular se despedaçou.
- Eu estava brincando. – Felipe riu.
- Foi uma brincadeira de péssimo gosto. – Disse com a cara amarrada enquanto me abaixava para pegar as peças do celular.
- Eu te compro outro. – Felipe falou enquanto se levantava. – Isso não é problema.
- Não é essa a questão. Eu ia ligar para o Rogério vir me buscar.
- Não! Já falei que não! – Felipe gritou em um tom assustador.
- Ta bom, não precisa gritar...Posso usar o seu celular?
- Você não entendeu? Você não vai embora ainda! – Felipe se aproximou rapidamente e puxou meu cabelo.
- Hey, ta doido? Pára com isso! – Falei nervoso enquanto tentava me levantar para empurrá-lo.
Ao perceber que estava alterado, Felipe em um estalo ficou quieto.
- Me desculpa Bruno! Me desculpa, eu não queria te machucar. – Ele colocou a mão em meu rosto que eu logo tratei de tirar de mim.
- Você é doido, não encosta mais em mim!
- Não, desculpa, desculpa mesmo! – Felipe estava se redimindo, parecia até querer chorar. Chegou mais perto e me agarrou tentando me beijar, eu o empurrei com força, derrubando – o no chão.
- Maluco. Eu to vazando! – Gritei enquanto via Felipe no chão.
- É melhor você não ir. – Ele tirou uma arma pequena debaixo do sofá. – Senta aí.
- Olha, você não está bem Felipe. Se você fizer algo, vai se arrepender para o resto da vida. – Eu dizia gesticulando com as mãos, assustado mas ao mesmo tempo tentando parecer calmo.
- Você vai comigo buscar um “bagulho” e depois nós vamos parar em algum motel para passar a noite. – A arma continuava apontava em minha direção.
- Felipe eu não...
- Cala a boca! Você vai fazer o que eu quiser, vamos. – Ele apontou a arma nas minhas costas e me levou para fora do apartamento. Descemos até o estacionamento do prédio. Eu fiquei ao lado dele o tempo todo, morrendo de medo, a arma escondida debaixo da blusa de frio dele.
Entramos em um carro preto com os vidros escuros e fechados. Felipe, dirigindo desesperadamente estava descontrolado, apontando a arma para meu rosto de vez em quando.
- Vamos ser rápidos e logo logo vamos ter uma noite gostosa.
Eu estava morrendo de medo. Não tinha como reagir daquela situação. Felipe estava alterado e poderia cometer algo sem pensar. Eu tinha receio de reagir.
- Felipe, por que não voltamos? Você toma um banho e ...
- Nós vamos fazer o que combinamos.
Então surtei. Meu coração estava saindo pela boca e eu não sabia o que fazer. Comecei a chorar, tentando mostrar para ele que estava amedrontado. Mas Felipe não ligava. Ele dirigia loucamente por avenidas movimentadíssimas e perigosas.
- Felipe por favor, o que eu fiz para você?
- Você vai fazer... – Felipe abaixou a arma para fazer o contorno na pista que dava acesso a uma favela da cidade. Sem pensar coloquei as mãos no volante tentando tirar o carro da pista, mas Felipe estava agressivo e perdeu a direção jogando o carro para o meio da rua. Em menos de um segundo vi novamente aquela luz branca que tinha visto quando fui atropelado no ano anterior. Tínhamos sofrido um acidente grave.
Algo estava estranho. O cheiro de sangue era salgado, mas eu sentia minhas pernas tremerem. Abri meus olhos com muito custo e vi que estava dentro do carro, de ponta cabeça. Felipe estava ao meu lado, desarcodado. Entrei em desespero para tentar sair do carro. Lá fora eu vi algum tipo de movimentação e luzes, então uma voz vinda de longe dizia:
- Está vivo! Um deles está vivo!
Novas Casas
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| Na foto eu e minha amiga Fernanda Fioravanti, nós apenas queremos nos divertir! |
Salve galera mais linda da internet!
Tudo bem? Faz um tempo que não venho conversar hein?
Queria apenas contar um pouco como anda minha vida, eu sinto necessidade de conversar com meu blog, com vocês...
Bom, pra começar são mais de 3 e meia da manhã! Pois é, é sábado, eu sei, mas está um pouco tarde e agora eu estou começando a ficar com sono...
Amanha ( ou seria hoje?) nós teremos o último capítulo da 3ª temporada de O Cotidiano. Sim, já! Esta temporada deu o que falar e eu até saí no Site "Jornalismo a toda hora" (para quem não viu a entrevista que eu dei para o site, basta clicar AQUI para ler), fruto do trabalho que desenvolvi com amor e dediação para vocês, meus amados amigos leitores!
Muitas pessoas me perguntam se teremos uma Quarta Temporada... E eu digo oficialmente aqui: Sim, nós teremos! Mas não temos data oficial ainda...Mas assim que eu tiver informações, pode deixar que contarei tudo aqui.
Queria falar também sobre a Retrospectiva de 2011 que eu ainda não bolei. Tive alguns problemas técnicos e por isso acabou não dando pra fazer ainda, mas vai estar no ar essa semana! E essa semana também teremos novidades da Coletânea! Legal né?
Bom, pelo que eu me lembre, era isso que eu queria falar agora...Caso eu lembre de algo mais eu volto aqui para contar, certo?
Então amigos, tenham um ótimo tempo! Divirtam-se muito! Sejam felizes!
Amo vocês.
Bruno Henrique Gordon
28/01/2012
Tudo o que eu nunca disse
Pegue palavras que você nunca disse e jogue no ar.
Misture.
Veja no que dá!
Vale a pena?
É bom pra você?
Sei lá...
Eu fico meio perdido as vezes, mas acho que isso é normal com todo mundo, não é?
Quem se importa?
Cada está preocupado com seu próprio.
Não ligam pra você.
O que você precisa fazer é apenas ser você mesmo...
Deixe rolar e veja no que dá.
Isso é alegria.
Essa é a receita da felicidade.
27/01/2012
26/01/2012
Eu preciso
Eu preciso do pôr- do -sol
Eu preciso de chuva
Eu preciso de anjos em minha vida
Tudo o que me faça sentir aquele sentimento único vivido por quem sabe o que precisa
E o que eu preciso é a felicidade
Eu preciso dos velhos tempos, das velhas risadas, dos velhos amigos
Eu preciso rir
Eu preciso chorar
O arrepio que me dá quando fico nervoso
Eu preciso me emocionar, me assustar, tremer
Eu preciso do céu azul, eu preciso da brisa fria em um fim de tarde
Eu preciso dormir um pouco mais, dormir mais tarde
Eu preciso de muitas coisas
Eu preciso apenas daquilo que me faz bem...
22/01/2012
O Cotidiano 3 x 16 - Arrependimentos e emoções
- Bruno! Bruno! – Uma voz feminina gritava de longe. Eu não sabia se estava sonhando ou se aquilo estava realmente acontecendo. – Bruno! Acorda!
Abri os olhos lentamente e pude ver Mariana aparentemente atordoada. O lugar era escuro, o que fez com que eu demorasse alguns segundos para perceber onde estava. Era o quarto onde Felipe tinha me levado horas antes, ou seria na noite anterior? Eu já não sabia que horas eram.
- Graças a Deus! Estou tentando te acordar faz horas! Você está bem? – Mariana continuava preocupada. – Meu Deus o que houve?
- Ãh... – Eu me levantava aos poucos e pude perceber que estava deitado na cama. – Eu não consigo me lembrar.... Minha cabeça ta doendo.
Vi que Felipe estava jogado no chão e em uma cadeira no canto do quarto, Amanda estava sentada, parecia cansada. A festa parecia ter acabado, mas algumas pessoas ainda conversavam do lado de fora do quarto.
- Vamos pra casa, já está tarde! – Mariana segurou meus braços tentando me levantar. – Sua mãe já ligou no meu celular, mas eu não atendi.
Puxei meu celular do bolso da calça e vi que tinha três ligações perdidas. Duas de minha mãe e uma de Rogério. Na certa ele tinha me ligado antes para avisar que minha mãe estava preocupada.
Mariana acordou Felipe e o ajudou a se deitar na cama onde minutos atrás eu estava deitado. Ele parecia um pouco desnorteado por isso nem se despediu de nós. Saímos do apartamento com dificuldade. Minhas pernas estavam bobas e minha cabeça girava e doía ao mesmo eu sentia meu coração acelerado, batendo mais rápido que trem bala.
- O que você fez lá na festa? – Mariana me encarava com um olhar severo dentro do carro.
- Eu...Eu não me lembro. – Falei baixando os olhos, me sentindo culpado.
- Ora, não me venha com essa!
- É sério...
- Por favor Bruno, não tente me enganar!
- Ta bem, eu não queria, mas...
- Você experimentou algum tipo de droga?
Fiquei olhando para meus pés no escuro do carro, minha cabeça agora além de dolorida estava quente, parecia querer explodir.
- O que você usou?
- Má... – Amanda suspirou baixo.
- Não Amanda! Você não sabe que ele está sob minha responsabilidade...
- Ora, você é minha mãe agora? – Levantei os olhos e comecei a gritar com Mariana.
- Por favor! Você é tão infantil, como você pôde vir a uma festa, aceitar algo estranho e achar que vai ficar bem...Me poupe!
- Eu não sou criança!
- Então demonstre isso com atitudes corretas...
- Hey, parem! São cinco e meia da manhã, minha cabeça tá doendo e eu estou morrendo de sono, então menos... – Amanda entrou na discussão.
- Cinco e meia? – Fiquei estático e então acordei com a luz de um carro que vinha do outro lado da rua. – Certo, vocês viram alguma coisa lá? Digo, viram o que realmente aconteceu?
- Nós estávamos sentadas quando notamos que você tinha saído da pista de dança. Resolvemos esperar e depois de um tempo quando vimos que você não voltou nós fomos atrás...
- Eu estava no quarto...
- O Felipe te deixou na cama e voltou pra pista de dança... Achamos estranho e fomos atrás de você.
Seguimos até minha casa. Eu estava completamente arrependido do que tinha feito. Me sentia sujo, estranho e envergonhado, tudo o que eu queria naquele momento era tomar um banho e dormir por horas a fio.
- Bruno...Bruno... – Uma voz me chamava.
Ignorei e mergulhei no sono. Estava dormindo fazia algumas horas desde que cheguei em casa e entrei sem fazer barulho. A primeira coisa que fiz foi cair na cama, sem banho, sem nada. Dormir feito pedra.
- Bruno, já são quase cinco da tarde. – Uma mão me cutucava. Era Rogério. – Acorda, daqui a pouco sua mãe chega e você ainda dormindo.
Eu realmente dormiria por mais algumas horas se Rogério não tivesse me acordado. Estava em um estado lastimoso que só foi melhorado depois de um banho bem quente.
- Você o quê? - Rafinha elevou o tom de sua voz enquanto trocava o canal da TV. Tinha chegado pouco depois de eu ter saído do banho.
- Eu sei que eu errei, eu to me sentindo péssimo.
- Cara, isso aí é muito perigoso, você precisa tomar cuidado! – Rogério me encarava com um olhar gentil.
- Nossa, você é realmente maluco! – Rafinha continuava me encarando incrédulo. – E a Mariana?
- O que tem?
- Como ela estava lá na festa e tal?
- Ela tava com a Amanda né? Eu conheci o Felipe que é amigo delas e por sinal o dono da festa e do apartamento, enfim...
- O cara deve ser louco de pedra... Esses “filhinhos de papai” são todos uns doidos e drogados, muitos nem querem saber de nada.
Eu não estava muito com pique naquela tarde. Minha mãe chegou em casa e perguntou como tinha sido a festa, o que eu tinha feito... Apenas falei que tudo estava sob controle e tive que encarar a expressão de “não concordo com isso” de Rafinha, durante o restante da noite.
- Estou pensando em fazer uma festa para comemorar meu aniversário... – Rogério falou enquanto jogava vídeo game.
- Faz no Jimmy! Nossas melhores festas acontecem lá... – Rafinha falou.
- Quando é seu aniversário mesmo Rogério? – Perguntei olhando para o outro lado da parede.
- Claro! Eu sabia!
Naquela noite estava sem sono. Fiquei deitado na cama, lendo um romance muito dramático para ver se caía no sono, mas não adiantava. “Triiiim”. O som estridente do celular avisava que uma mensagem tinha chegado.
“ E aí, pronto para curtir mais um barato? Ou vai ficar aí acabado?” – Felipe.
- Como ele conseguiu meu número de celular? – Fiz essa pergunta para mim mesmo.
“Cara, não quero mais isso! Na verdade nunca quis! Aquilo foi horrível!” – Retornei a mensagem.
“Esqueceu que temos amigos em comum?” - Ele retornou a mensagem cerca de dois minutos depois.
Eu não queria manter muito o contato com Felipe. Mas algo me dizia que podia ser uma aventura tê-lo como amigo. Como se eu precisasse de algo diferente na vida, de emoção... Não pensei duas vezes e então liguei para Felipe:
- E aí ta a fim de sair?
Continua...
História: Bruno Henrique Gordon
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21/01/2012
Um dia, um ano de O Cotidiano
Antes de dizer "oi", eu quero dizer : UAU! 1 ANO!
Agora sim.... Oi amigos!
Estou muito feliz, comemorando 1 ano desde a publicação do primeiro capítulo de "O Cotidiano". Eu fico emocionado de saber que há 1 ano venho contando minhas histórias e alegrando a vida dos meus amigos leitores. Só tenho que dizer: Obrigado! Obrigado mesmo por tudo! Digamos que sem vocês (leitores) não haveria nada disso.
Só de pensar que há 1 ano atrás eu tinha rascunhado o primeiro capítulo e ele ficou lá guardado... Até que e resolvi publicar e "bum" a galera gostou.
Vocês não tem idéia de como isso é prazeroso! Eu amo escrever O COTIDIANO!
E é isso aí, 1 ano depois estamos firmes e fortes na Terceira temporada. E logo mais adiante a Quarta Temporada.
Tudo isso é por vocês e para vocês, amigos.
Vejo vocês em breve!
Bruno Henrique Gordon
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